Ministerio Internacional SHALOM - Ministerio INFANTIL

18/05/2011

O SONHO DAS TRÊS ÁRVORES


Hoje vamos usar nossa imaginação. Vocês gostam de imaginar coisas? (mostre a capa 1) Pois bem, vamos falar como se as três árvores de nossa estória pudessem falar, conversar e sentir, como as pessoas fazem. Vocês já sabem que uma árvore não pode raciocinar, mas vamos imaginar...
Vamos imaginar uma linda floresta, longe daqui, na terra da Palestina, a terra onde Jesus nasceu.


Na floresta haviam árvores grandes e pequenas, velhas e novas. Todas elas gostavam da sua vida na floresta. Era muito agradável sentir a brisa suave acariciando seus ramos. Elas se deliciavam com o calor do sol e tinham prazer em ouvir os cantos dos passarinhos que faziam ninhos entre as suas folhas.
Às vezes, as árvores mais novas conversavam a respeito do futuro. Elas não sabiam quanto tempo ficariam na floresta, pois costumavam chegar lenhadores com machados e serras elétricas para derrubá-las, falando em usá-las na fabricação de móveis, casas ou outros utensílios feitos de madeira.
Bem no meio da floresta, cresciam três arvorezinhas, juntos a árvore mãe.
-Quando eu for grande – uma delas confidenciou às outras duas -, gostaria de ser um berço de um nenê. Lembrando-se daquela senhora que passou por ali com um nenezinho nos braços! Em minha opinião, uma criancinha, é a coisa mais linda deste mundo. Se eu pudesse escolher, queria ser o berço de um príncipe, num palácio real!
-Para você isso pode ser muito bom – comentou a segunda arvorezinha – Mas quanto a mim, quero um destino mais importante. Eu gostaria de ser um navio grande e forte, para carregar coisas de grande valor, como ouro, prata ou pedras preciosas.
A terceira árvore ficou quieta, pensativa. Finalmente perguntaram-lhe:
-E você? Você não sonha com o futuro? O que quer ser?
-Não sonho com qualquer outra vida, senão a de árvore! – disse ela – Pra mim, prefiro ficar aqui na floresta. Assim sempre ficarei apontando para cima, para Deus. O que poderia ser melhor?
A árvore mãe olhou para ela com carinho.
-Você tem toda a razão! – disse ela – Não tem nada melhor do que ficar indicando para Deus!
Passaram-se os anos, e as arvorezinhas cresceram, e se tornaram altas e bonitas.


Na floresta haviam árvores grandes e pequenas, velhas e novas. Todas elas gostavam da sua vida na floresta. Era muito agradável sentir a brisa suave acariciando seus ramos. Elas se deliciavam com o calor do sol e tinham prazer em ouvir os cantos dos passarinhos que faziam ninhos entre as suas folhas.
Às vezes, as árvores mais novas conversavam a respeito do futuro. Elas não sabiam quanto tempo ficariam na floresta, pois costumavam chegar lenhadores com machados e serras elétricas para derrubá-las, falando em usá-las na fabricação de móveis, casas ou outros utensílios feitos de madeira.
Bem no meio da floresta, cresciam três arvorezinhas, juntos a árvore mãe.
-Quando eu for grande – uma delas confidenciou às outras duas -, gostaria de ser um berço de um nenê. Lembrando-se daquela senhora que passou por ali com um nenezinho nos braços! Em minha opinião, uma criancinha, é a coisa mais linda deste mundo. Se eu pudesse escolher, queria ser o berço de um príncipe, num palácio real!
-Para você isso pode ser muito bom – comentou a segunda arvorezinha – Mas quanto a mim, quero um destino mais importante. Eu gostaria de ser um navio grande e forte, para carregar coisas de grande valor, como ouro, prata ou pedras preciosas.
A terceira árvore ficou quieta, pensativa. Finalmente perguntaram-lhe:
-E você? Você não sonha com o futuro? O que quer ser?
-Não sonho com qualquer outra vida, senão a de árvore! – disse ela – Pra mim, prefiro ficar aqui na floresta. Assim sempre ficarei apontando para cima, para Deus. O que poderia ser melhor?
A árvore mãe olhou para ela com carinho.
-Você tem toda a razão! – disse ela – Não tem nada melhor do que ficar indicando para Deus!
Passaram-se os anos, e as arvorezinhas cresceram, e se tornaram altas e bonitas.

No silêncio da noite, o próprio filho de Deus, o Reis dos reis foi deitado nessa manjedoura. E a árvore que era agora uma manjedoura, ouviu o que os pastores contaram sobre a visita dos anjos, anunciando o seu nascimento (daquela criança – Jesus). Ela vibrava de alegria!
-Que maravilha! – ela sussurrou – Faço parte de um milagre! Quando pensei em ser um berço, nunca sonhei em carregar um nenê como ELE! O plano de Deus foi muito melhor do que o meu plano!
Passaram-se mais alguns anos.

Então, um dia os homens voltaram para a floresta. A segunda árvore foi cortada.
“Serei transformado num navio”- pensou ela – “Já esperei muito, mas agora talvez aconteçam as grandes coisas que sonhei!”
Ela foi levada para perto do mar, mas não foi usada para a construção de um navio. Em vez disso, tornou-se um simples barquinho de pesca, que chegou a pertencer a um rude pescador chamado Simão Pedro. Um dia descansando junto à praia do Mar da Galiléia, o barco refletia em sua sorte, enquanto Pedro lavava suas redes.
-Pensar que minha vida deu nisto! – a árvore que agora era barco, se lastimou. – Um simples barco de pesca e mal cheiroso! E meu dono, Pedro, nem parece ser bom pescador. Veja como trabalhou a noite toda sem apanhar nada!
Mas Deus que ama a arvorezinha disse:
Espere, vou lhe mostrar uma coisa!
E aconteceu. Uma grande multidão foi se reunindo, ali na praia.

Dela saiu uma pessoa chamada Jesus, que entrou no barquinho e, assentando-se, ensinou ao povo. Falou coisas tão sábias, belas e claras, que o povo O ouvia embevecido (atento). Quando o Senhor Jesus terminou de falar, Ele mandou que Pedro se afastasse da praia, com o barquinho e lançasse a rede nas águas profundas. Quando Pedro obedeceu, aconteceu um milagre! As redes encheram-se de peixes até quase romperem-se. E o barquinho tremia (balançava), não tanto por causa do grande peso dos peixes, mas de alegria e admiração.
-Que maravilha! – a arvore que era barco sussurrou – Nunca imaginei que poderia levar uma carga como esta! Faço parte de um milagre! Sim, o plano de Deus foi superior ao meu plano!
O plano de Deus é sempre o melhor, você não acha? Será que você, também, sonha com o futuro? Pretende ser médico, enfermeira, policial, advogado, professor? Escute: Deus ama você muito mais do que as arvores. Hoje Ele diz: - Espere. Dê-me a sua vida, e Eu farei uma coisa maravilhosa com ela. Você descobrira que o meu plano é muito bom, Deus tem um plano perfeito para a sua vida.
Lá na floreta da Palestina, a terceira árvore ainda estava ao lado da velha árvore mãe. Mas, então, um dia, os homens voltaram novamente à floresta.

E desta vez a terceira árvore foi cortada, aquela que queria permanecer na floresta, apontando para Deus.
-Que pena! Por que eu não posso ficar aqui? – ela suspirou triste – Mas, foi cortada pela serra cruel, e seus ramos foram-lhe tirados. Rasparam-lhe a casca, e ela foi levada para longe, a cidade chamada Jerusalém. Lá um dia, a arvore foi serrada de novo, e uma parte foi pregada sobre a outra, formando uma cruz!
-Que tristeza! – a árvore sussurrou – Pretendem crucificar alguém. Eu vou ser usada para tal fim! Deve ser um criminoso. Oh, não! Não quero fazer parte no castigo de alguém! Afinal, eu sempre queria apontar Deus para as pessoas.
Mas Deus, que ama as arvorezinhas, disse:
-Espere. Vou lhe mostrar uma coisa...
E um dia, fora de Jerusalém, juntou-se uma outra multidão. Em seu meio estava o Senhor Jesus, carregando a árvore que agora era a cruz. A cruz era pesada demais para Ele, cansado e enfraquecido como estava. Quando Ele caiu sob o peso, a cruz foi carregada por um homem chamado Simão o cirineu. E quando chegou a um lugar chamado Calvário, Jesus foi pendurado na cruz para morrer.

A cruz tremia sob o peso da agonia e vergonha. Mas, aconteceu um outro milagre. O céu se escureceu como se fosse noite. E quando Jesus entregou o seu espírito ao Pai, houve um grande terremoto. No templo, o véu do santuário se rasgou no meio, para mostrar que o caminho estava aberto agora para qualquer um que quisesse entrar na presença de Deus. Um oficial romano, que comandava os soldados, exclamou impressionado. “Verdadeiramente, esse era o Filho de Deus!” (Mateus 27.50-54)
A árvore que agora era uma cruz, parecia ouvir o eco das palavras do próprio Jesus: “... e eu quando for levantado na terra atrairei todos a mim mesmo!” (João 12.32) E a árvore começou a entender que apenas ficar na floresta apontando para cima, nunca poderia levar as pessoas para Deus. Era preciso que o próprio filho de Deus morresse numa cruz, derramando o seu sangue, para que elas pudessem ser perdoadas dos pecados e ir, um dia, para o Céu.
-Nunca pensei em apontar para Deus desta maneira! Sussurrou a arvore – Mas o plano de Deus foi melhor do que o meu plano!
Ela falou a verdade. Apesar de milhares de arvores permanecerem na floresta, nenhuma delas podia levar ninguém a Deus. Somente Jesus pode fazer isso, através do seu sacrifício. Pois ali, o Filho de Deus morreu em nosso lugar e três dias depois, Ele ressuscitou dos mortos. Hoje, Ele está vivo, e pode nos salvar.
O primeiro passo, no grande plano de Deus, é que você receba seu Filho, Jesus Cristo, como seu único salvador. Se você ainda não fez isto, venha me procurar (diga onde) logo no fim de nossa aula. Quero mostrar-lhe, na palavra de Deus, como você poderá ter a salvação.
Muito de vocês já tem Jesus como seu salvador. Não querem entregar-lhe, agora mesmo, a sua vida e permitir que Ele a Dirija? Diga para Ele agora, enquanto curvamos a nossa cabeça e fechamos nossos olhos. –“Senhor, toma a minha vida e faze com ela o que tu quiseres. Sei que tu me amas e que o Teu plano para mim será sempre o melhor!

14/05/2011

TITA A BORBOLETA VAIDOSA

Tita era uma lagartinha ainda muito novinha que mal acabara de nascer no início da primavera.
Uma tarde, quando ela passeava sobre uma folhagem do jardim de Batatinha, a filha da dona da casa, ao olhar para uma brilhante gota d’água, Tita levou um grande susto. No brilho da água ela viu seu rosto como num espelho e, qual não foi a sua surpresa, quando descobriu que era tão feia, mas tão feia como ela nunca havia visto igual! Ela nunca havia visto uma lagarta em toda a sua vida!


Tita pôs-se a chorar tanto e tão alto que, se houvesse alguma pessoa passando pelo jardim, poderia ouvi-la soluçar e fungar.
Tita, que já era uma lagartinha pequenina e quietinha, passou a ser ainda mais quieta, mais triste, mais feia e apagada.
No meio daquelas lindas flores do jardim de Batatinha ela se escondia cada vez mais, sempre encorujada e dizendo:
- “Por que eu não nasci uma flor, elas são tão lindas e tão admiradas e eu, uma feia e magricela lagartinha, sem amigos e, o que é pior, sempre verde!”


Batatinha todos os dias jogava água limpa e fresca sobre seu lindo jardim, e as flores cresciam cada vez mais viçosas e cheirosas.


Havia uma flor, uma linda margarida que, enquanto tomava seu banho pensava:
- “Como é boa a Batatinha, é uma pena que ela não possa fazer nada pela pobre Tita.”


No meio do jardim havia uma árvore, uma grande árvore e lá no topo, um ninho onde morava um lindo passarinho que cantava, alegrando todas as manhãs.
O passarinho era amigo das flores, das folhagens e das árvores.



Enquanto sobrevoava o canteiro das flores, viu tão escondidinha e tão chorosa, a lagartinha Tita deitada sobre uma folha. Então o passarinho resolveu pousar e ter com Tita uma longa conversa:
- Que coisa feia, você uma lagartinha, chorando desse jeito! Distraída assim, qualquer hora alguém esbarra em você e adeus, lagartinha!
Tita respondeu com lágrimas nos olhos:
- Você fala assim porque sabe que é um lindo passarinho, grande e, que acima de tudo, sabe voar. Por isso conhece todo mundo e é admirado por todos, mas eu não passo de uma minhoca desajeitada, magricela e feiúda...
Chamou-a num canto e disse bem baixinho em seu ouvido para que ninguém escutasse:
- Você é uma lagartinha privilegiada, todas as lagartas são privilegiadas porque depois de algum tempo sendo feias, magricelas e verdes, vocês sofrem uma grande mudança e se tornam belas e coloridas borboletas. Isso é a natureza, cheia de segredos e surpresas na primavera!
E o passarinho deu a chorona Tita uma grande lição:
- Temos que ser felizes e agradecidos por sermos o que somos simplesmente, pois a natureza nos reserva lindas surpresas. Foi o próprio Deus quem nos criou.
A pobre Tita não conhecia o seu destino, nunca ninguém tinha lhe contado que de lagartinha ela passaria a ser borboleta. E disse mais:
- Não sei quando tudo vai acontecer, mas tenha paciência que esse dia vai chegar e tudo vai ser muito bom.
E desse dia em diante, Tita passou a pensar muito naquilo que o passarinho lhe havia falado.
- Eu posso ser feliz assim com eu sou. Até que para uma lagarta verde, eu sou até simpática.
Tita já não olhava para si com pena do que via. Agora, quando olhava sua imagem refletida numa gota de chuva, pensava:
- Sorte a minha ser uma lagartinha, pelo menos eu posso andar e passear sobre as folhas, contemplar as lindas flores e esperar com alegria o dia de amanhã.
E numa manhã Tita levantou-se diferente, não sabia porque, mas sentia vontade de voar. Olhou para os lados e viu lindas, grande e coloridas asas que tinha feito antes, saiu voando sobre as flores do jardim de Batatinha.

Tinha chegado hora de Tita, ela agora era uma borboleta exatamente como o passarinho lhe havia dito.
Então, a triste e chorona Tita passou a ser a mais linda e alegre borboleta de todo jardim, porque acreditou, porque esperou e alcançou uma felicidade ainda maior que a que possuía, mesmo como lagartinha.
Assim somos nós, às vezes tristes, às vezes feios, mas Deus nos prometeu uma coisa que eu vou contar agora para vocês:
Ele prometeu que nos transformaria, que tiraria todo o pecado da gente que nos faz ficar feios e tristes, para fazer lindos, felizes e livres como ficou a lagartinha Tita. Tudo isto pode acontecer aqui mesmo, agora.
“Assim que, se alguém, está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Corintios 5:17).
“Eis que vos digo um mistério: na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Corintios 15:51-52).

Se você quiser ter a mesma experiência que Tita teve, escute o conselho de Jesus como Tita ouviu o conselho do passarinho. Espere, confie nEle e então, talvez numa manhã como aquela, você acorde diferente.
Quando olhar para você mesmo vai ver uma outra pessoa, aquela que Deus quis que você fosse, bem mais bonita e bem mais feliz, como Tita, a lagartinha que virou uma linda borboleta.

História e desenhos – extraídos do livro Tita – Editora Redijo